SME - Secretaria Municipal de Educação

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Secretaria Municipal de Educação

Total de alunos no ensino fundamental (1º ao 9º ano):
481.410
Total de Alunos 1º Segmento (1º ao 5º Ano):
255.562
Total de Alunos 2º Segmento (6º ao 9º Ano):
225.848
Total de Docentes:
24.536
Total de escolas:
1450
Total de escolas de Ensino Fundamental:
1358
Total de escolas de Educação Infantil:
978

Fonte: Censo Escolar 2015

IDEB

Fonte: Censo Escolar/INEP 2013
Entenda
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) é um indicador de qualidade educacional. Ele é calculado combinando o desempenho dos estudantes no fim das etapas de ensino (5º e 9º anos do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio) em exames padronizados (Prova Brasil ou Sistema de Avaliação do Ensino Básico – Saeb) e o tempo médio que esses estudantes levam para avançar nas séries. Assim, o Ideb relaciona informações sobre fluxo e aprendizado para produzir um indicador sobre a qualidade da educação no Brasil, nos estados, nos municípios e nas escolas.
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IDERIO

Fonte: Secretaria Municipal do Rio de Janeiro
Entenda
O Índice de Desenvolvimento da Educação do município do Rio de Janeiro (IDE-Rio) foi instituído em 2010 para servir como base para o estabelecimento de metas e premiações dos servidores instituídos pelo Prêmio Anual de Desempenho. O IDE-Rio é calculado de forma similar ao IDEB: conjuga desempenho nas provas de matemática e leitura e o fluxo escolar, utilizando somente os resultados de desempenho referentes ao 3º ano (para as séries iniciais) e do 7º ano (para as séries finais)
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DESEMPENHO PROVA BRASIL – MATEMÁTICA

Fonte: INEP dados SAEB 2013
Entenda
As avaliações externas, tais como a Prova Brasil, são testes que pretendem medir as habilidades e competências desenvolvidas pelos alunos. A proficiência é o nome técnico da medida de competência. As medidas de proficiência são obtidas a partir de modelos da Teoria da Resposta ao Item (TRI). Portanto, as escalas de proficiência não medem uma porcentagem de acertos. São escalas de posicionamento que revelam um conjunto de habilidades que os estudantes desenvolveram durante a vida escolar. Tanto a Prova Brasil quanto a Prova Rio utilizam a escala de proficiência do SAEB (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica). O SAEB possui uma escala única para cada disciplina, mensurada entre 0 e 500 pontos. Todos os conjuntos de alunos, de todas as séries avaliadas, entram na mesma escala. Supõe-se um contínuo de conhecimento, ou seja, que alunos do 5º ano alcancem uma proficiência média inferior aos dos alunos do 9º ano, por exemplo.
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DESEMPENHO PROVA BRASIL – PORTUGUÊS

Fonte: INEP dados SAEB 2013
Entenda
As avaliações externas, tais como a Prova Brasil, são testes que pretendem medir as habilidades e competências desenvolvidas pelos alunos. A proficiência é o nome técnico da medida de competência. As medidas de proficiência são obtidas a partir de modelos da Teoria da Resposta ao Item (TRI). Portanto, as escalas de proficiência não medem uma porcentagem de acertos. São escalas de posicionamento que revelam um conjunto de habilidades que os estudantes desenvolveram durante a vida escolar. Tanto a Prova Brasil quanto a Prova Rio utilizam a escala de proficiência do SAEB (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica). O SAEB possui uma escala única para cada disciplina, mensurada entre 0 e 500 pontos. Todos os conjuntos de alunos, de todas as séries avaliadas, entram na mesma escala. Supõe-se um contínuo de conhecimento, ou seja, que alunos do 5º ano alcancem uma proficiência média inferior aos dos alunos do 9º ano, por exemplo.
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DESEMPENHO PROVA RIO – PORTUGUÊS

Fonte: Secretaria Municipal do Rio de Janeiro 2014
Entenda
As avaliações externas, tais como a Prova Rio, são testes que pretendem medir as habilidades e competências desenvolvidas pelos alunos. A proficiência é o nome técnico da medida de competência. As medidas de proficiência são obtidas a partir de modelos da Teoria da Resposta ao Item (TRI). Portanto, as escalas de proficiência não medem uma porcentagem de acertos. São escalas de posicionamento que revelam um conjunto de habilidades que os estudantes desenvolveram durante a vida escolar. Tanto a Prova Brasil quanto a Prova Rio utilizam a escala de proficiência do SAEB (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica). O SAEB possui uma escala única para cada disciplina, mensurada entre 0 e 500 pontos. Todos os conjuntos de alunos, de todas as séries avaliadas, entram na mesma escala. Supõe-se um contínuo de conhecimento, ou seja, que alunos do 3º ano alcancem uma proficiência média inferior aos dos alunos do 6º ano, por exemplo.
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DESEMPENHO PROVA RIO – MATEMÁTICA

Fonte: Secretaria Municipal do Rio de Janeiro 2014
Entenda
As avaliações externas, tais como a Prova Rio, são testes que pretendem medir as habilidades e competências desenvolvidas pelos alunos. A proficiência é o nome técnico da medida de competência. As medidas de proficiência são obtidas a partir de modelos da Teoria da Resposta ao Item (TRI). Portanto, as escalas de proficiência não medem uma porcentagem de acertos. São escalas de posicionamento que revelam um conjunto de habilidades que os estudantes desenvolveram durante a vida escolar. Tanto a Prova Brasil quanto a Prova Rio utilizam a escala de proficiência do SAEB (Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica). O SAEB possui uma escala única para cada disciplina, mensurada entre 0 e 500 pontos. Todos os conjuntos de alunos, de todas as séries avaliadas, entram na mesma escala. Supõe-se um contínuo de conhecimento, ou seja, que alunos do 3º ano alcancem uma proficiência média inferior aos dos alunos do 6º ano, por exemplo.
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INDICADOR DE FLUXO: PROPORÇÃO DE APROVADOS

91% Aprovados       9% Reprovados e/ou abandono

84% Aprovados       16% Reprovados e/ou abandono

Fonte: INEP Censo Escolar 2015
Entenda
No que tange aos indicadores de rendimento, estes procuram registrar a situação final do aluno ao término de um determinado ano letivo, que pode resultar em uma situação de êxito ou insucesso. Como no caso dos indicadores de fluxo, existem três desfechos que um aluno pode apresentar ao fim do ano escolar, dependendo de seu rendimento acadêmico em termos de aproveitamento e frequência às aulas:
  1. Aprovação: quando o aluno conclui com sucesso um ano escolar, estando apto a se matricular na série seguinte no próximo ano letivo
  2. Reprovação: quando, ao final de um ano letivo, o aluno não obtém êxito acadêmico, e precisará se matricular na mesma etapa de ensino no ano letivo seguinte;
  3. Abandono: quando um aluno deixa de frequentar a escola antes da conclusão do ano letivo, sem que esteja, contudo, formalmente desvinculado da escola por transferência, por exemplo.

ESTRUTURA BÁSICA

Estrutura:

Total:

Biblioteca %
Acesso à Internet %
Laboratório de informatica %
Laboratório de ciências %
Sala de professores %
Sala de diretores %
Quadra de esportes %
Cozinha %
Fonte: INEP Censo Escolar 2015
Entenda
Diversos estudos realizados no contexto brasileiro definem a infraestrutura escolar como ambiente físico ou condições materiais da escola necessários para garantir o funcionamento da escola, o desenvolvimento de atividades pedagógicas e o aprendizado dos alunos, bem como a interação entre diversos atores escolares. Em geral, a infraestrutura escolar, ou condições físicas de funcionamento da escola, abarca as seguintes dimensões: a) infraestrutura básica (provimento de serviços básicos, tais como abastecimento de água, eletricidade e esgotamento sanitário); b) dependências da escola (existência de diversas dependências, tais como diretoria, secretaria, sala de professores; locais para desenvolvimento de trabalho pedagógico como, por exemplo, a biblioteca ou sala de leitura, laboratórios de ciências e de informática e para a convivência entre os alunos tais como pátio, quadra e parque infantil, entre outros); c) material pedagógico e equipamentos (equipamentos de uso pedagógico tais como computadores, acesso à internet, televisão, retroprojetor, vídeo/DVD e outros, tais como livros de literatura, didáticos e de referência, revistas, vídeos e jogos, entre outros.
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CARACTERÍSTICAS DOS PROFESSORES

Fonte: INEP Censo Escolar 2015
Entenda
Estudos internacionais sugerem que a qualidade do professor é o fator intraescolar (característica relacionada à escola) com maior impacto na trajetória escolar e aprendizagem dos alunos. Esse efeito parece ser ainda maior para alunos em desvantagem potencial (por exemplo, alunos que vivem em condição de pobreza), sugerindo que bons professores têm impacto positivo na equidade dos sistemas escolares. Apesar dos estudos reconhecerem o papel decisivo do professor, não há consenso sobre quais políticas são mais eficázes para melhorar a qualidade da formação docente ou ainda quais são as características docentes que estão claramente associadas com melhor desempenho escolar dos alunos. Infelizmente, hoje no Brasil, não há muitas informações disponíveis sobre características dos professores que estão diretamente associadas com o desempenho dos alunos. Apresentamos aqui dados sobre a escolaridade dos professores e diretores de escolas, partindo do entendimento que é importante que esses profissionais possuam uma fomação mínima para sua atuação profissional.

CARACTERISTICAS DOS ALUNOS

Fonte: Censo Escolar 2015
Fonte: Censo Escolar 2015
Fonte: Secretaria Municipal do Rio de Janeiro 2014
Entenda
É amplamente relatado na pesquisa educacional que os níveis de aprendizagem são correlacionados com algumas características-chave dos alunos, tais como cor da pele, estrutura familiar e ocupação, anos de escolarização e renda dos pais. Essas são evidências de um padrão bastante claro, que associa desigualdades sociais (por exemplo, ser pobre) com baixo desempenho escolar. Cabe ressaltar, que o fato de ser pobre não determina necessariamente um baixo rendimento escolar. A interpretação correta sugere que viver em condição de pobreza aumenta a chance da criança apresentar uma trajetória escolar conturbada, como por exemplo, repetência, abandono ou baixa aprendizagem. A concentração de alunos em desvantagem potencial em determinadas áreas ou escolas também afeta o acesso às informações relevantes, que podem impactar oportunidades futuras, retirar lideranças positivas, dificultar o recrutamento de professores mais qualificados, diminuir os níveis de aspiração e motivação para o trabalho escolar e prejudicar o sentimento de pertencimento que os alunos têm sobre sua inserção na sociedade. Todos esses elementos podem impactar de forma direta ou indireta o aprendizado dos alunos.
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